Ontem, Dia Internacional da Mulher, resolvi refletir sobre essa “condição”. Confesso que não gosto do fato de termos um dia… E não é por causa daquele clichê de que “a mulher não precisa de um dia porque todo dia é dia da mulher”, por favor! E esse negócio de entregarem rosas no Dia da Mulher? Não sou uma pessoa versada na discussão de gênero e conheço toda a história que originou a data, mas entendo que os debates sobre a mulher e suas lutas precisam ser permanentes. A imprensa – eu sou jornalista, posso falar com tranqüilidade – reserva o período que vai até o dia 8 de março para tratar de assuntos como “violência contra a mulher”, “espaços da mulher no mercado”, “os múltiplos papéis que a mulher desempenha” e por aí vai… Depois, os debates arrefecem. Algumas diriam: “Imaginem se o dia não existisse! Não discutiriam essas questões nunca!” É uma forma de ver. Entretanto, defendo que a mulher se posicione de maneira mais contundente quando o assunto for “ela própria” e faça com que essas questões estejam sempre em pauta, na agenda. Muitas são as conquistas, mas ainda não bastam! Mulheres de todo o mundo, uni-vos!
Esse jeito mulher de ser
9 de março de 2009 0 Comentário