Coisa de Mãe

13 de novembro de 2009

por Christianne Alcantara

Pedaço de mim

Há dias em que acordo bem, como hoje. Mas aí, as pessoas insistem em ser indelicadas e minha sensibilidade consegue destruir o meu escudo protetor. É quando fico assim, aos frangalhos.

11 de novembro de 2009

por Christianne Alcantara

Crianças e adolescentes em pauta

 

 

 

 

 

 

 

 

Começa hoje e vai até amanhã, aqui no Recife, o I Simpósio de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente. O evento será realizado no Mar Hotel, em Boa Viagem, e vai discutir temas como conflitos nas relações familiares, transtornos alimentares, déficit de atenção e hiperatividade. Segundo a organização do simpósio, o objetivo é “oferecer informações práticas e vivenciais, mediante uma comunicação aberta e interativa, enfocando temas contemporâneos”.  Mais informações pelo site www.horizontedh.com.br.

11 de novembro de 2009

por Christianne Alcantara

As mães estão terceirizando a maternidade?

Esse é um debate que tem sido permanentemente exposto na mídia. Definitivamente, não acredito que as mães estejam terceirizando a maternidade. Pelo contrário, acho que as crianças nunca exerceram um papel tão central na vida familiar como atualmente. No livro “Ordem médica e norma familiar”, o psicanalista Jurandir Freire confirma aquilo que sabemos, historicamente: “O amor não era um pressuposto necessário à ligação conjugal”. Já “a mulher (…), submissa ao homem, não imaginava a importância que tinha na proteção às crianças”. Uma nova ordem doméstica surge, e a mulher passa a ser a responsável pela educação dos filhos (as). Passa a ter também um papel mais bem definido e autônomo. Se, antes, a mulher delegava às amas de leite os cuidados de que os filhos necessitavam, hoje, essa realidade não se repete no caso das babás. Acredito que elas (as babás) exerçam um papel operacional no dia a dia de um lar administrado por uma pessoa que, além de ser mãe, tem uma atividade profissional. Ainda por cima, não se esqueçam: É uma mulher! Tenho babá, preciso de babá, mas acho que elas estão em extinção. Só não concordo com essa visão – que só pode ser machista – de que o fato de precisarmos de babás indica nossa omissão no quesito maternidade. Ninguém acha, por exemplo, que “os pais estão terceirizando a paternidade”, embora a maioria passe o dia inteiro fora, trabalhando, e só tenha notícias do filho pela mãe ou nos finais de semana. Não me sinto menos mãe por necessitar de babá. Não fiz concurso para mulher-maravilha. Sou mãe. E faço o melhor que posso. Crio, educo meu filho, cuido dele, brinco, mas, preciso, sim, de babá. É ela quem faz a comida dele, lava as roupas, limpa o quarto e me permite estar com meu filho, com tranqüilidade e dedicação, sem estresse ou culpa, no horário da tarde, uma vez que abdiquei de uma jornada de trabalho full time para me dedicar a educá-lo. Ao mesmo tempo, é a babá que permite que eu exerça também o meu lado mulher, saindo à noite eventualmente com meu marido, enquanto meu filho fica em casa sob os cuidados de uma pessoa em quem confio e que convive conosco há mais de três anos. Portanto, a minha resposta à pergunta que não quer calar é “não, mães não terceirizam a maternidade porque resolvem ter babás”.

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10 de novembro de 2009

por Christianne Alcantara

Lá se vão 35 semanas…

… e eu confesso que estou por um fio. Engordei ao todo 7,2kg, mas a barriga está enorme. Valentina não pára quieta, como se quisesse lembrar que existe. Como eu poderia esquecer? Não encontro mais posição, não durmo, não tenho vontade de comer, sinto-me permanentemente sem ar e cansada. Confesso que estou sonhando com o nascimento de minha filha. Claro que é porque quero ver o rostinho dela, amamentá-la, fazer um acalanto. Mas – verdade seja dita – é também e, neste momento, principalmente, porque estou exausta com o peso da barriga e sinto dores musculares por todo o corpo. Pois é, continuo com “inveja” de quem afirma que adora estar grávida. Eu adoro ter filhos. Mas o “estado interessante” é muitas vezes doloroso e cansativo…

6 de novembro de 2009

por Christianne Alcantara

Fórum discute síndromes na infância e adolescência

“Uma prática terapêutica com mediação corporal, que busca através do prazer do brincar, com atividades simbólicas, as diferentes formas de relação e comunicação”. É assim que o espaço Ícone define “psicomotricidade relacional”.  O assunto será tratado durante um fórum sobre as síndromes contemporâneas na infância e adolescência amanhã, das 8h30 às 18h, no Ícone, que fica na Torre. É a segunda vez que o espaço promove um fórum para discutir as questões relativas à psicomotricidade relacional. As inscrições estão abertas e podem ser feitas on-line ou pessoalmente. Na programação, conferência e mesas redondas irão debater vários temas que vão desde a questão do afeto e limite até a solidão infantil, passando por aspectos como a inclusão de crianças especiais nas escolas e o problema dos transtornos alimentares.

Inscrições:

Ícone Desenvolvimento Psicomotor: fones: (81) 3445.3784/3227.0731

Site: www.iconerecife.com.br

Profissionais: R$ 50,00

Estudantes: R$ 35,00

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