São milhares de quilômetros de distância. A saudade, muito maior que a distância… Enquanto isso, vou maternando meu afilhado de sete anos, Iago, aqui em Madri. A uma temperatura de 10° C, beijos, abraços, dengos, muitos agasalhos e as insdispensáveis histórias antes de dormir. Claro que são histórias diferentes das que costumo contar em casa. Nada de Chapeuzinho Vermelho ou Os Três Porquinhos (mais saudade)… Aqui, conto como o mundo surgiu e falo sobre a teoria evolucionista e tudo o mais. Papo-alto-nível! Assim, vou driblando as lembranças e vivenciando outras situações, mas meu lado materno continua à flor da pele. Desta vez, sem culpas. A viagem, seguramente, começou…
Meu lado materno à flor da pele
17 de abril de 2009 1 Comentário