O post “Minha vida cor-de-rosa”, escrito ontem, sumiu. Desculpem, mas a tecnologia tem dessas coisas… Paloma e Albânia, desculpem, mas os comentários de vocês também sumiram…
7 de julho de 2009
7 de julho de 2009
O post “Minha vida cor-de-rosa”, escrito ontem, sumiu. Desculpem, mas a tecnologia tem dessas coisas… Paloma e Albânia, desculpem, mas os comentários de vocês também sumiram…
5 de julho de 2009
Resolvi deixar a primeira lição que darei a minha filha registrada. Inspirada em Fernando Pessoa, nos meus 37 anos e em tudo que venho passando: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.
5 de julho de 2009
Sexta-feira, 3 de julho. Ultra-sonografia marcada. Uma certa ansiedade. Eu e Marcelo levamos João Marcelo para o exame. De quebra, minha irmã que chegou da Espanha e meu afilhado… O objetivo era, além de ver se o bebê estava bem, saber o sexo! João Marcelo dizia querer um menino, mas só tinha um nome para menina. Queria Valentina – uma coleguinha do colégio, mas isso é assunto para outro post… O médico começou fazendo suspense: “O bebê está de costas para nós… Já vimos o sexo?” Não. Pra lá, pra cá e aquele instrumento na minha barriga… O médico pressionava, balançava a barriga… De repente: “É uma moça.” Demoramos para processar, eu e o pai. Até que entendemos a mensagem. O médico continuou explicando que a gente (eu e Marcelo) não conseguia ver nitidamente por causa da posição em que ela se encontrava, mas que era uma menina, sem dúvida. A gente já nem ouvia as explicações. Só ressoava a informação: É uma menina. Em seguida, primeira providência: Ir a uma loja para bebê e descobrir a vida em cor-de-rosa… Uma nova aventura está só começando…
26 de junho de 2009
Tenho me sentido travada. Christianne, interrompida. Minha vida, apesar da alegria de estar grávida novamente, anda de cabeça para baixo. E, às vezes, a vontade de escrever é quase nula. Na verdade, sinto que nada tenho a dizer. Ou melhor, quase nada. Estou envolvida com meu próprio vazio e com esse nó na garganta, tão bem definido em alguma música da qual eu já nem me lembro… Sinto-me no meio de um texto mal escrito com uma vírgula e muitos parênteses. Releio os posts do blog. Eles já não me agradam. Principalmente os de um mês para cá. Acho que refletem esse vazio e a tentativa quase vã de não reconhecer que ele existe. Um sentimento de que está tudo oco por dentro, embora seja exatamente o contrário. Eu estou mais do que preenchida. Tem uma vida bem aqui e, em alguns momentos, eu até posso senti-la. Fazendo com que eu não desista completamente. E tem o sorriso de João Marcelo e o desejo de ficar em paz. E a certeza de que tudo vai passar. Um dia…
25 de junho de 2009
Sequer pari o segundo e já tenho a convicção de que filhos são diferentes. As gravidezes já anunciam essa diferença. Sinto uma alegria misturada com curiosidade diante das possibilidades que se apresentam. Primeiro, o sexo: Menino ou menina? Como ainda não sei, fico pensando em como será cuidar de meninas, considerando que meu know-how é todo masculino. Carros, bolas… Nada de fitas ou saias. Rosa, nem pensar. A cor predominante é mesmo o azul. Segundo, o temperamento: Calmo ou agitado? João Marcelo é a tranqüilidade em pessoa. Uma criança em paz consigo mesma e com os outros. Como será o bebê que guardo na barriga? Se os primeiros meses de gravidez realmente interferem na criança, arriscaria o palpite de que esta não será o modelo “no stress”. Terceiro, a relação mãe-filho (a): Serena ou conflituosa? Pois é: Faltam alguns meses, mas confesso que sou a típica grávida. Ansiosa e cheia de questionamentos. A minha certeza: Tudo está diferente e vai ficar ainda mais com a chegada do novo rebento.