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	<title>Coisa de Mãe</title>
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	<description>Um blog sobre mães, filhos etc e tal</description>
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		<title>Emoção nunca é demais&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 00:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[A escola dos meu filhos decidiu, este ano, não comemorar o Dia das Mães. As justificativas foram inúmeras e, em alguns momentos, os argumentos eram contraditórios. Às vezes, o excesso faz isso: confunde, atropela os fatos. Além do discurso de &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/reflexoes/feliz-dia-pra-voce/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/AmorPreenche-450x6001.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/AmorPreenche-450x6001.jpg" alt="" title="AmorPreenche-450x600" width="450" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-613" /></a>A escola dos meu filhos decidiu, este ano, não comemorar o Dia das Mães. As justificativas foram inúmeras e, em alguns momentos, os argumentos eram contraditórios. Às vezes, o excesso faz isso: confunde, atropela os fatos. Além do discurso de que dia das mães é todo dia, a escola argumentou algo nobre: algumas crianças não tem mãe. Em outros casos, as mães não podem comparecer às homenagens, causando sofrimento aos pequenos. E o sábado, quando só iria quem estivesse disposto ou pudesse receber a homenagem? Silêncio. A ânsia de convencer é legítima, mas, dependendo dos argumentos, termina redundando em um desrespeito para com a visão discordante, causando um efeito contrário ao pretendido. Enfim, não tivemos a comemoração do Dia das Mães na escola, apesar dos questionamentos maternos, claro. As professoras se desdobraram em estimular as crianças a preparar os presentes que foram entregues. Lindos, diga-se de passagem. Peças em cerâmica pintadas pelos pequenos. Vou emoldurar e pendurar na parede do meu escritório. Entretanto, faltaram algumas coisas especiais, típicas dessas homenagens:<span id="more-600"></span><br />
1. Uma lágrima no canto do olho;<br />
2. Ou um choro convulsivo;<br />
3. Aquela declaração pública;<br />
4. A emoção coletiva;<br />
5. As crianças cantando para mãe ou só olhando;<br />
6. A coreografia desencontrada;<br />
7. A carreira para o abraço e o beijo, ao final do espetáculo.<br />
Mas, antes que me acusem de não estar &#8220;nutrida afetivamente&#8221; ou de não estar &#8220;devidamente evoluída&#8221; para me desapegar de tradições e convenções, informo que meu Dia das Mães foi lindo. Café na cama, presentes, beijos, abraços, meus filhos e meu marido comigo o dia inteiro, fazendo dengo&#8230; João Marcelo, a dizer &#8220;te adoro, mamãe&#8221; e Valentina a repetir a declaração de amor&#8230; Emocionante, recheado de amor e cumplicidade. De quebra, um presente que ainda não fora assegurado: o Santa garantiu o bicampeonato pernambucano, no dia do aniversário do Sport Clube do Recife, na Ilha do Retiro. O que uma mãe tricolor pode querer mais?  Apesar de tudo isso, faltou algo que a escola não entende, <em>de repente</em>, mais como sendo seu papel: render <em>sua</em> homenagem às mães, por meio das crianças. Faltou o reconhecimento a esse &#8220;SER&#8221; via escola, faltou a oportunidade de nos emocionarmos juntos com essa mulher que trabalha em casa ou fora, ou nos dois espaços (como no meu caso), que é esposa, que se desdobra diariamente no seu papel de mãe, que é tudo isso e mais um pouco. Não, o presente não bastou. Faltou um pedaço. Tivemos emoção em casa. Mas emoção nunca é demais. Faltou a emoção na e da escola. E essa, perdoem-me, não pode faltar.  A escola estava um pouco triste naquele dia que poderia ser o da homenagem do Dia das Mães. Um pouco melancólica. Algumas mães levaram máquina fotográfica e tiraram fotos com seus filhos&#8230; Ficou em mim a nítida sensação de que, neste mundo cada dia mais impessoal, a emoção não tem tido muito espaço mesmo. O espaço é de um discurso que se diz &#8220;politicamente correto&#8221;, mas que na verdade não passa de uma desculpa para racionalizar, inclusive racionalizar o sentimento. Uma pena. Ainda bem que as mães existem para ensinar aos seus filhos como se emocionar com as pequenas coisas, render homenagens aos seus ascendentes, reverenciando-os. Nunca é demais reconhecer o papel de uma mãe ou de um pai nas nossas vidas. E, sim, o dia das mães é todos os dias, mas isso não exclui meia hora de homenagens no âmbito escolar. Eu espero que o dia dos professores seja mantido e que possamos homenageá-los pelo papel que exercem cotidianamente na vida dos nossos filhos. Para os que acreditam, que o Natal continue a ser festejado, embora Cristo esteja presente a cada momento. E, por favor, que tal continuarmos a usar o nosso tempo para admirar o brilho no olhar dos outros, sem que esse brilho precise necessariamente ofuscar nossas recentes convicções?</p>
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		<title>Quando os filhos começam a ver&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 13:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estripulias]]></category>
		<category><![CDATA[letramento]]></category>
		<category><![CDATA[surpresa]]></category>

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		<description><![CDATA[João Marcelo já está no seu processo de alfabetização. Quero dizer, de &#8220;letramento&#8221;, como chamam hoje em dia. De repente, ele passou a ler cada placa ou letreiro no meio da rua. Mas a primeira vez foi uma grande surpresa. &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/estripulias/quando-os-filhos-comecam-a-ver/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/Anne-Guedes2.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/Anne-Guedes2.jpg" alt="" title="Anne Guedes" width="435" height="290" class="aligncenter size-full wp-image-596" /></a>João Marcelo já está no seu processo de alfabetização. Quero dizer, de &#8220;letramento&#8221;, como chamam hoje em dia. De repente, ele passou a ler cada placa ou letreiro no meio da rua. Mas a primeira vez foi uma grande surpresa. Filhos sempre surpreendem a gente, como dizia Clarice Lispector&#8230;<br />
Um dia, voltando da escola, ele perguntou:<br />
&#8220;Mamãe, o que é bazar?&#8221;<br />
Respondi, distraída:<br />
&#8220;Por que? Quem falou em bazar?&#8221;<br />
Ele, mais distraído ainda, como se fosse a coisa mais natural do mundo:<br />
&#8220;Ninguém, mãe. Li naquela loja&#8230;&#8221;<br />
E eu, que estava distraída, olhei para onde ele apontava e lá estava a palavra, em maiúsculas, na vitrine. Concentrei um olhar surpreso e feliz sobre o meu filho. Aos 6 anos, ele está começando a &#8220;ver&#8221;&#8230;</p>
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		<title>Porque o tempo não para</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 01:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Valentina completou 2 anos e 4 meses no último dia 10. Há algum tempo, vinha pensando um pouco no tempo que dedico a ela e a João Marcelo e no tempo que dedico a mim. E em como estava precisando &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/reflexoes/porque-o-tempo-nao-para/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/imagem-de-relógio1.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/imagem-de-relógio1-300x225.jpg" alt="" title="imagem de relógio" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-585" /></a>Valentina completou 2 anos e 4 meses no último dia 10. Há algum tempo, vinha pensando um pouco no tempo que dedico a ela e a João Marcelo e no tempo que dedico a mim. E em como estava precisando de mais tempo&#8230; para mim. Confesso que me decepcionei um pouco comigo mesma e cheguei até a me sentir culpada. Sim, culpa, essa palavra que a gente só entende verdadeiramente o significado depois que é mãe. Mas, como? A maternidade me faz um bem enorme! Como, se estou sempre tão feliz ao lado deles? Quer dizer que a maternidade não me preenche da forma que eu imaginava? Esses questionamentos foram sendo feitos aqui dentro e uma pequena revolução aconteceu. É maravilhoso ser mãe. Sou muito feliz com eles e agradeço todos os dias pela graça da maternidade, mas a minha vida é mais que isso. <span id="more-578"></span>Sou também uma profissional, uma mulher. Mudei um pouco a agenda deles e, consequentemente, a minha. Eu já falei em outros posts que trabalho apenas na parte da manhã. O horário da tarde é  dedicado às crianças. De repente, nós estávamos com compromissos todas as tardes. Segunda, terça, quarta, quinta, com exceção da sexta, que guardo para viajarmos ou fazermos algo diferente. E eu não tinha tempo para nada! Nem para fazer a unha! Cortar e pintar o cabelo eram missões quase impossíveis. Confesso que essas constatações foram me sufocando até que ouvi de um terapeuta a seguinte metáfora: &#8220;Você já prestou atenção que no avião, em caso de falta de ar, eles orientam que o adulto coloque primeiro a máscara em si próprio e que só depois coloque a máscara na criança?&#8221; Passei dias pensando na minha falta de ar e em como isso poderia estar refletindo negativamente na minha relação com os meus filhos. Estava mais impaciente, sempre cansada e estressada. Resolvi mudar algumas coisas. Concentrei as atividades das crianças nas segundas, terças e quintas. Tirei a quarta-feira para mim e a sexta continua sendo aquele dia que faço programas mais especiais. Fez uma diferença. Um único dia e eu me sinto mais leve, mais tranquila e, acreditem ou não, uma mãe um pouco melhor&#8230;</p>
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		<title>Voltando pra casa</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Às vezes, é preciso sumir. Quando eu era pequena, sonhava com o pó do pirlimpimpim, do Sítio do Picapau Amarelo&#8230; Ele poderia me levar aonde eu quisesse. Fui crescendo e descobrindo, aos poucos, que a maior viagem que podemos fazer &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/reflexoes/voltando-pra-casa/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/casa1.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/casa1-300x300.jpg" alt="" title="casa" width="300" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-571" /></a>Às vezes, é preciso sumir. Quando eu era pequena, sonhava com o pó do pirlimpimpim, do Sítio do Picapau Amarelo&#8230; Ele poderia me levar aonde eu quisesse. Fui crescendo e descobrindo, aos poucos, que a maior viagem que podemos fazer é para dentro de nós mesmos. E, para essa viagem, não precisamos da fantasia de Monteiro Lobato&#8230; Nesses quatro meses sem escrever no blog, muita coisa aconteceu dentro de mim. E de dentro pra fora. Repensei minha vida, meu cotidiano e perguntei ao ser que mora aqui dentro: o que me dá prazer? O que me faz feliz? Estas respostas vão, de alguma forma, estar presentes ao longo dos próximos posts. Na minha forma de &#8220;rever&#8221; o mundo. Hoje, volto pra casa sem nunca ter saído. E, pasmem: tudo está no seu lugar&#8230;</p>
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		<title>Estão todos bem?</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 15:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[paternidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O filme original é do diretor Giuseppe Tornatore, o mesmo de Cinema Paradiso. &#8220;Estamos todos bem&#8221; é italiano, data de 1990, tem no elenco o ícone Marcello Mastroianni. Ainda não vi. Assisti a refilmagem americana, lançada no ano passado e &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/dicas/estao-todos-bem/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/estaotodosbem1.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/estaotodosbem1.jpg" alt="" title="estaotodosbem" width="450" height="661" class="aligncenter size-full wp-image-551" /></a>O filme original é do diretor Giuseppe Tornatore, o mesmo de Cinema Paradiso. &#8220;Estamos todos bem&#8221; é italiano, data de 1990, tem no elenco o ícone Marcello Mastroianni. Ainda não vi. Assisti a refilmagem americana, lançada no ano passado e do diretor Kirk Jones, com o também maravilhoso Robert De Niro: &#8220;Estão todos bem&#8221;. Recuperando-me da cirurgia, tenho tido tempo para me dedicar a um dos meus passatempos favoritos: filmes! E esse é belo. Robert De Niro parece flutuar de uma cena a outra, com uma delicadeza que só um drama poderia lhe assegurar. Quem quiser pesquisar a sinopse, encontrará em vários sites o seguinte texto:<span id="more-544"></span><br />
&#8220;Viúvo que achava que a única ligação com o resto da família era por meio da esposa decide realizar uma viagem por todo o país a fim de reunir cada um de seus filhos.&#8221; Embora não muito estimulante, a sinopse é tecnicamente perfeita. Para quem estiver disposto a uma experiência tocante, precisa ignorá-la e ver o filme. Uma delicada abordagem sobre a relação de um pai exigente e rígido &#8211; apesar de amoroso &#8211; com seus quatro filhos. As cobranças e expectativas com que os filhos não conseguem lidar. O medo que têm de decepcionar o pai. Um pouco de tudo isso e, de quebra, um emocionante desempenho do elenco, que ainda conta com Drew Barrymore, Sam Rockwell e Kate Beckinsale. Além de cinema de qualidade, coisa de que não abro mão, é uma boa oportunidade de olharmos um pouco para nossa própria relação com as crianças para constatarmos se, afinal, estão mesmo todos bem&#8230;</p>
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		<title>Só por segurança</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 23:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resolvi escrever este post para meus filhos. Amanhã faço uma cirurgia &#8220;simples&#8221; (adoro o adjetivo), mas, só por segurança, achei que deveria deixar um texto para eles sobre as coisas de que gosto, de que não gosto, o que valorizo, &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/sem-categoria/so-por-seguranca/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resolvi escrever este post para meus filhos. Amanhã faço uma cirurgia &#8220;simples&#8221; (adoro o adjetivo), mas, só por segurança, achei que deveria deixar um texto para eles sobre as coisas de que gosto, de que não gosto, o que valorizo, o que não me importa. Enfim, como me sinto neste momento. Aí vai:</p>
<p>&#8220;Gosto de sorvete de creme russo da Fri Sabor, de água de coco, de correr, de brincar com vocês, de ir ao Parque da Jaqueira, de ir à praia e tomar banho de mar. De ver vocês sorrirem, de acalantá-los quando choram. Gosto de ler, embora há seis anos não consiga terminar um livro sequer. Não dou valor a dinheiro, mas  sei como ele é importante. Amo a vida, principalmente quando a vejo através dos olhos de vocês. Sou generosa e doce, mas posso ser muito dura, às vezes. Adoro dançar e ver filme, de preferência no cinema. Gosto do que escolhi ser. Gosto da minha profissão. Sonho com o carnaval, mas a festa de São João ainda é minha favorita. Hoje, armamos a árvore de natal. Gosto do vermelho e dourado juntos, pendurados em forma de bolas natalinas. Acima de tudo, amo vocês.</p>
<p>Bjs.<br />
Mamãe&#8221; </p>
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		<title>A parte que me cabe</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 12:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
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		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<description><![CDATA[Prestes a fazer uma cirurgia para retirada da vesícula biliar, uma colecistectomia, como preferem os médicos, fico pensando nessas coisas que mãe pensa&#8230; E se acontecer alguma coisa? Quem vai cuidar dos meus filhos? Claro, tem o pai, mas não &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/reflexoes/522/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/árvore.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/árvore.jpg" alt="" title="árvore" width="254" height="199" class="alignleft size-full wp-image-527" /></a><br />
Prestes a fazer uma cirurgia para retirada da vesícula biliar, uma colecistectomia, como preferem os médicos, fico pensando nessas coisas que mãe pensa&#8230; E se acontecer alguma coisa? Quem vai cuidar dos meus filhos? Claro, tem o pai, mas não é a mamãe e por aí vai&#8230; Um sentimento bem comum, humano. Entretanto, tem me feito refletir sobre essa onipotência materna que, acredito, a maioria das mães desenvolve&#8230; Essa visão de que só ela pode dar o melhor, proporcionar o melhor para o filho&#8230; Uma ilusão que se dissipará em breve por aqui, quando, na minha fase pós-operatória, tudo continuar acontecendo na vida dos meus filhos da mesma maneira. Eles seguirão em frente com a rotina deles enquanto eu me recupero. Simples assim. Não haverá mudanças significativas no cotidiano deles. Haverá na minha. E é aí que mora a questão sobre a qual tenho refletido. O que é meu e o que é deles. O que é necessidade deles, o que é necessidade minha. Se abro mão de uma série de oportunidades, no trabalho, por exemplo, é por eles ou por mim mesma? É porque eles necessitam desse tempo comigo ou é porque eu resolvi dedicar esse tempo a eles, acreditando que é o que tenho conseguido fazer de melhor? Não tem problema algum que seja por mim mesma. É legítimo. Contanto que eu tenha consciência disso e não me pegue dizendo algo para eles, no futuro, como: &#8220;Eu abri mão de minha vida profissional para cuidar de vocês&#8230;&#8221; Contanto que eu seja justa. Com eles, sim, mas antes de tudo comigo mesma.</p>
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		<title>Coisas de João Marcelo III</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 15:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
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		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>

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		<description><![CDATA[João Marcelo, em uma festa de aniversário da irmã do amigão, Thor. A tia do amigo, que não sabia da alergia dele à proteína do leite de vaca, oferece brigadeiro. João Marcelo olha para ela muito sério e responde: - &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/estripulias/coisas-de-joao-marcelo-iii/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Marcelo, em uma festa de aniversário da irmã do amigão, Thor. A tia do amigo, que não sabia da alergia dele à proteína do leite de vaca, oferece brigadeiro. João Marcelo olha para ela muito sério e responde: </p>
<p>- Não posso. Eu tenho minhas limitações. </p>
<p>A tia ficou com o prato de brigadeiro suspenso, sem entender nada&#8230; Mais uma das &#8220;Coisas de João Marcelo&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Troca dos dentes preocupa mães</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 15:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos posts mais comentados do Coisa de mãe é a entrevista realizada com a dentista Mônica Cruz sobre algumas dúvidas quanto à primeira dentição. Várias perguntas foram respondidas. Algumas no blog, outras por e-mail. De qualquer forma, resolvemos agrupar &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/saude/denticao/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/dentista1.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/dentista1.jpg" alt="" title="dentista1" width="470" height="438" class="aligncenter size-full wp-image-502" /></a>Um dos posts mais comentados do <strong>Coisa de mãe</strong> é a entrevista realizada com a dentista Mônica Cruz sobre algumas dúvidas quanto à primeira dentição. Várias perguntas foram respondidas. Algumas no blog, outras por e-mail. De qualquer forma, resolvemos agrupar os questionamentos mais comuns e fazer uma nova entrevista com a dentista. Aqui, ela fala sobre a substituição dos dentes de leite pelos permanentes e os cuidados que devem ser tomados nessa fase. Mônica Cruz tem especialização na áreas de Saúde Pública e Saúde da Família, além de aperfeiçoamento em Odontopediatria e Odontologia para Bebês, e mestrado em Saúde Coletiva.   </p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – Muitas mães se preocupam com a faixa etária da criança e a ausência de dentes. A partir de que idade as mães devem se preocupar com a falta da primeira dentição? É possível que uma criança não apresente dentes?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – A variação na época do nascimento dos primeiros dentes é comum. A idade média de erupção é aos 6 meses de idade, mas algumas crianças chegam a completar 1 ano sem nenhum dente na boca e isso não deve ser motivo de preocupação. Já tive paciente que veio a apresentar os primeiros dentinhos com 1 ano e 4 meses. O importante é fazer o acompanhamento juntamente com o pediatra e constatar que a criança apresenta um desenvolvimento saudável. Algumas doenças como o hipotireoidismo ou algumas síndromes podem vir acompanhadas de anodontia (falta de dentes) parcial ou total.</p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – Quando os dentes de leite começam a cair? Existe uma idade máxima? Essa é uma dúvida frequente. Há realmente motivo para preocupação?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Do mesmo modo que existe variação na época de nascimento dos dentes de leite, existe a variação para iniciar a troca. A idade mais comum é aos 6 anos de idade, podendo haver um variação para mais ou para menos. A preocupação só deve ocorrer se o atraso for muito acentuado e o odontopediatra deve acompanhar e solicitar radiografias, caso ache necessário. <span id="more-480"></span></p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – Depois que os dentes de leite caem, em quanto tempo devem nascer os dentes permanentes?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Normalmente o que faz o dente de leite cair é a pressão exercida pelo seu sucessor permanente. Assim, ele não demorará muito a aparecer na boca (média de um mês). Mas, em alguns casos, pode acontecer de o processo ser mais demorado. Isso acontece principalmente com os incisivos laterais superiores e devido à falta de espaço. Gengivas fibrosas também podem dificultar o processo. É importante o acompanhamento do odontopediatra.</p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – É normal que três dentes de leite caiam em uma mesma semana?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Pode acontecer, sem causar nenhum problema. Os dentes análogos, que são os mesmos dentes de lados diferentes, tendem a ter o mesmo período de troca.</p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – Até que idade deve estar concluída a troca dos dentes de leite por dentes permanentes?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Em geral, o inicio é por volta dos 6 anos e o término aos 12 anos. Com exceção do 3º molar permanente que irá aparecer na boca por volta dos 18 anos. Mas é importante lembrar que as crianças possuem 20 dentes e os adultos, 32. Dessa forma, 12 dentes não serão trocados. Eles irão surgir já na fase da dentição permanente. São eles: os quatro primeiros molares permanentes, por volta dos 6 anos de idade; os quatro segundos molares permanentes, por volta dos 12 anos; e, como já falei,  os quatro terceiros molares permanentes, por volta dos 18 anos.</p>
<p><strong>Coisa de mãe </strong>–Uma mãe questiona o fato de vários dentes de leite do filho terem caído há um ano e não haver qualquer sinal do dente permanente. Como a mãe deve proceder?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Nesse caso, deve procurar o odontopediatra, que irá fazer exames clínicos e radiográficos para investigar o motivo do atraso. Existem crianças que, mesmo sendo saudáveis, podem apresentar a falta de algum dente. Isso normalmente acontece quando o padrão é familiar, ou seja, hereditário.</p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – O que fazer quando um dente permanente começa a nascer sem que o dente de leite tenha caído? É preciso extrair o dente de leite?<br />
<strong>Mônica Cruz </strong>– Sim, é preciso tirar o dente de leite para que ele não sirva de obstáculo e desvie o permanente da posição. Isto acontece com muita freqüência com os incisivos centrais ou laterais inferiores. Principalmente naquelas crianças que apresentam uma arcada muito estreita e o dente permanente se forma mais para o lado lingual e não abaixo do dente de leite. Quando isso acontece, o permanente não faz pressão suficiente para amolecer o antecessor. </p>
<p><strong>Coisa de mãe </strong>– O permanente demora mais para nascer quando um dente de leite não cai naturalmente e precisa ser extraído?<br />
<strong>Mônica Cruz </strong>– Depende. Se o dente for extraído precocemente por cárie dentária ou traumatismo – queda, pancada –, poderá demorar. Ele só irá nascer na época certa. Ou seja, não é a perda do dente de leite que determina o aparecimento do permanente, e sim, o contrário, a calcificação da raiz do dente permanente é que determina a perda do de leite. Se houver perda precoce, haverá, sim, um tempo de espera. </p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – No caso de crianças com Síndrome de Down, a primeira dentição costuma ser mais tardia? Por que?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Sim. Existe uma alteração da cronologia e, como já falei antes, muitas vezes a síndrome vem acompanhada da ausência de vários dentes. Esta é uma das características da síndrome, por motivos genéticos.</p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – Qual é a causa de alguns dentes permanentes nascerem amarelos? O uso de antibióticos pode ser um dos fatores? Há como corrigir?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Os dentes permanentes sempre são mais amarelos que os de leite. Isto se deve às características anatômicas da quantidade de esmalte e dentina. Principalmente, na fase de dentição mista, que é quando a criança apresenta dentes de leite e permanentes ao mesmo tempo na boca, temos a tendência de vê-los mais amarelos, pois iremos compará-los com os de leite. O uso especifico do antibiótico tetraciclina, na fase de calcificação – que vai do quarto mês de vida intra-uterina até os 6 anos de idade da criança –, causa manchas de difícil tratamento nos dentes. Hoje em dia tratamentos como clareamentos são uma boa opção para este tipo de problema, mas deve-se ter cautela na sua indicação.</p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – Por que alguns dentes de leite já nascem com manchas esbranquiçadas? É alguma doença?<br />
<strong>Mônica Cruz </strong>– Sim, existem algumas doenças que causam manchas nos dentes. A mais comum é a hipoplasia de esmalte, que deixa o dente mais poroso e mais susceptível à cárie dentária. Geralmente, ocorre após algum distúrbio na época de formação do dente, podendo ser desde um processo infeccioso até um trauma na dentição de leite. A fluorose dentária, que é uma doença causada pela ingestão do flúor em excesso, também pode causar manchas nos dentes. Mas, vale salientar, que é o uso do flúor em excesso. Isto porque, o flúor continua a ser, juntamente com uma boa higiene dentária e uma dieta sem excesso de açucares, a melhor forma de prevenção contra as cáries dentárias. Diante de tudo que foi falado, fica evidente a importância do acompanhamento do odontopediatra, inclusive na época de troca dos dentes.</p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> – O que se deve fazer quando os dentes de leite estão moles? A gente espera cair ou pode arrancar?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Não há problema em esperar ele cair, mas, às vezes, a criança se sente incomodada na hora da alimentação. Assim, pode ser retirado desde que esteja realmente bem molinho. Ao contrário do que as pessoas dizem, não há como ele endurecer novamente. O dente de leite tem raiz igual à do permanente. Assim, quando este está formado, exerce uma pressão e a raiz do de leite começa o processo de reabsorção (vai se desmanchando). Dessa forma, ele perde seu suporte no osso e começa a ficar mole. Mas isto ocorre de forma lenta, demora algum tempo. Algumas mães ficam muito ansiosas e querem tirar, logo que sentem alguma mobilidade. Se for tentada a remoção com uma quantidade razoável de raiz, a criança vai sentir dor e pode ficar com medo nas trocas futuras. Assim, só deve ser tentada a sua remoção quando ele estiver bem mole. </p>
<p><strong>Coisa de mãe</strong> –Várias mães se preocupam quando as gengivas dos seus filhos ficam roxas. O que significa uma gengiva roxa?<br />
<strong>Mônica Cruz</strong> – Alguns dentes apresentam um “nascimento difícil”, a gengiva fica muito vascularizada e pode romper algum vasinho com extravasamento de sangue. É o que chamamos de hematoma de erupção. Mas não traz grandes conseqüências, e o arroxeado irá desaparecer aos poucos. Poderá ser feita uma massagem no local. </p>
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		<title>Para cada filho, um amor diferente</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 15:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christianne Alcantara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Filhos são completamente diferentes. Não sei quem colocou na cabeça da gente que eles poderiam ter o mesmo comportamento. Não sei de onde vem essa expectativa. João Marcelo, o primogênito de quase 6 anos, é calmo, zen, feliz na essência, &#8230; <a href="http://www.coisademae.blog.br/reflexoes/para-cada-filho-um-amor-diferente/">Continue Lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/coração.jpg"><img src="http://www.coisademae.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/coração.jpg" alt="" title="coração" width="600" height="426" class="aligncenter size-full wp-image-493" /></a>Filhos são completamente diferentes. Não sei quem colocou na cabeça da gente que eles poderiam ter o mesmo comportamento. Não sei de onde vem essa expectativa. João Marcelo, o primogênito de quase 6 anos, é calmo, zen, feliz na essência, a tranquilidade em pessoa. Claro que, baseada nessa referência, no meu inconsciente, eu tinha uma expectativa de uma filha com características semelhantes. É verdade que essa era uma esperança bem, mas bem inconsciente, considerando que o pai e a mãe da garota nada têm de calmos. De qualquer forma, tínhamos, sem manifestar, essa expectativa. Hoje é que percebo. Eis que me vem uma menina sapeca, cheia de vontades e temperamental. Linda e travessa, que precisa de limites constantemente. E é aí que fiquei pensando: como amar, da mesma maneira, dois seres completamente diferentes?<span id="more-451"></span> Quando um pai ou uma mãe diz que ama igualmente seus filhos, eu fico sem entender. O que é amar <em>igualmente</em>? Amar com a mesma intensidade? Como mensurar? Amar da mesma forma? Como identificar? Então, decidi assumir. Eu amo meus filhos diferentemente. Um amor é calmo, que me inspira confiança. O outro amor é arrebatado, que me desafia a cada instante. Se vocês me perguntarem se amo mais um que o outro, diria que não sei, porque são amores completamente distintos, que me despertam sentimentos distintos. Além do mais, como pesar o amor em relação a cada um? Vocês podem até me instigar: é &#8220;mais fácil&#8221; amar o mais calmo, mais tranquilo, mais conciliador e amoroso&#8230; Eu diria que é muito fácil amar João Marcelo. Ele é amado na escola, no judô, na natação, por todos os lugares que ele passa&#8230; Entretanto, não posso dizer que é mais fácil amá-lo do que amar Valentina, cheia de vida, de &#8220;argumentos&#8221; e de uma força admirável, do alto do seu 1 ano e quase 10 meses. Para ser completamente sincera, posso dizer que é mais fácil educá-lo. Aquela educação formal de que fazemos tanta questão. É mais fácil fazê-lo obedecer. É mais fácil convencê-lo ou &#8220;negociar&#8221; com ele&#8230; Mas isso é assunto para um outro post&#8230;</p>
<p>E vocês, como vivenciam esse amor pelos filhos? </p>
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