De repente, descubro que não estou só. Estou acompanhada. Sempre. Até quando penso que estou só. E os meus atos já não se refletem apenas em mim. Refletem-se também em um outro ser. Hoje, tropecei num batente. Segurei a barriga. Ontem me estressei. Pensei no bebê. Não sou mais eu. Somos dois em um. Ou melhor, somos dois em uma. Somos a simbiose perfeita. Acho que o nome disso é maternidade.
Acompanhada
17 de junho de 2009 1 Comentário